02 Oct

Há um ano, uma apresentação sobre Social Media viralizou na internet e criou uma grande polêmica: afinal, qual é a importância das mídias sociais? Estamos falando do “What The F**k Is Social Media?” de Marta Kagan, americana especialista em branding digital e social mkt.
A apresentação explica o que raios são as mídias sociais, o porque, como e quando devemos usá-las. Além disso, números impressionantes são apresentados.
Um ano se passou e Marta divulgou uma outra apresentação mostrando a evolução que aconteceu neste meio tempo (nomeado como “What The F**k Is Social Media: One year later”). Para se ter idéia, as únicas mídias que ganharam destaque na primeira apresentação foram Wikipedia, Blog, Youtube e Second Life. Já na segunda apresentação, o Second Life sumiu e apareceram dados sobre Twitter, Facebook e Flickr.
Isso nos mostra que não basta o usuário saber utilizá-las, mas as mídias sociais devem conseguir sobreviver à internet. Todo os dias inúmeras novidades surgem na rede e se as mídias sociais não estiverem em constantes mudanças, não sobreviverão.
Aquelas que permitiram relacionamento e diálogo mais direto entre os usuários, como Facebook e Twitter, se destacaram e apagaram a visibilidade do Second Life, por exemplo, que parecia ter, na época da primeira apresentação de Marta Kagan, um futuro promissor.
Se alguém ainda tem dúvidas sobre a força que estas mídias possuem – principalmente as grandes marcas que queiram se aproximar de seu consumidor – Marta Kagan desenvolveu um material muito bem feito que justifica porque elas se tornaram o assunto da vez. Confira!
Por: Renata Miwa em: Branding, Internet, Propaganda, Social Media, Social mkt
Facebook Flickr Marta Kagan Mídias Sociais Second Life twitter What The F**k Is Social Media?
13 Aug
Estamos rumo ao auge da revolução digital no mundo. A “nuvem” é, nada mais nada menos, que um espaço de armazenamento de dados que não depende de nenhuma máquina específica para existir. Hoje, a rede mundial é constituída de 1,5 bilhão de computadores, dentro de 10 anos serão 7 trilhões de computadores, celulares, geladeiras, aviões, carros, torradeiras, aspiradores de pó, torneiras, enfim, a nuvem permitirá que qualquer objeto esteja ligado à internet. Difícil imaginar.
Mas como a computação em nuvem funciona? O conceito é simples. Ela armazena seus arquivos de internet e, de acordo com suas necessidades de processamento, roda seus programas sem que você precise sequer estar com seu computador ligado, através de enormes centros de computação espalhados pelo mundo, mas conectados entre si.
IBM, Amazon, HP e Microsoft mantém estruturas desse tipo em várias localidades. O gigante Google possui pelo menos 36 centrais dispersas pelo mundo e tem planos de construir novas unidades sobre balsas, no mar, para aproveitar a energia gerada pelas ondas. Além do já anunciado Google Chrome OS.
Engana-se quem acha que ainda não está nas nuvens. Quem mantém fotos no Flickr ou salva textos e planilhas no Google Docs, por exemplo, recorre a serviços de armazenamento de dados que operam na nuvem. A vantagem disso é que a informação não fica guardada na memória de um computador e pode ser acessada de qualquer lugar.
Por: Thais Lima em: Cultura Digital, Internet, Online, Tecnologia
Cloud Computing Flickr Google Chrome OS Google Docs revolução digital